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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

QUAL O SIGNIFICADO DO BATISMO?

Romanos 6.1-7

INTRODUÇÃO

Geralmente, a palavra batismo/batizado é ligada com o rito de iniciação de alguém em um determinado grupo, religioso ou não. Lembro quando nossa família estava compartilhando de Jesus a uma outra família, em que a mãe e o filho lutavam capoeira, não era raro ouvirmos eles comentarem que tal dia haveria o batizado de algumas pessoas na capoeira, isto é, um rito em que alguém era introduzido oficialmente naquela arte marcial, lutando com o seu próprio mestre. Mas, o mais comum em nossa cultura é ver o batismo, geralmente, atrelado à introdução de uma criança à religião de seus pais, como ocorre no catolicismo romano.

O batismo já até adquiriu um sentido pejorativo. Por exemplo, quando falamos que a gasolina ou combustível foi batizado, quer dizer que ele foi adulterado, sendo misturado com outros elementos.

Ao olharmos para o sentido que a Bíblia dá ao batismo, percebemos um significado profundo, que vai além de qualquer daqueles comumente entendidos por nós. Por isso, quando buscamos uma compreensão adequada da idéia contida neste símbolo, precisamos nos voltar para as Escrituras e permitir que elas falem conosco sem impor pressuposições pessoais ou conceitos teológicos estranhos às elas.

ROMANOS 6.1-7

Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.

Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado; pois quem morreu, foi justificado do pecado.

O BATISMO É A REPRESENTAÇÃO DE NOSSA UNIÃO COM CRISTO EM SUA MORTE PARA O PECADO E DA JUSTIÇA CONCEDIDA A NÓS DA PARTE DE DEUS

O texto de Romanos 6 é um dos trechos mais profundos e belos acerca do significado do batismo para aqueles que depositaram sua fé em Cristo. No capítulo anterior, o apóstolo Paulo discorreu sobre os efeitos que o pecado do primeiro homem, Adão, trouxe sobre toda a humanidade (a morte, o julgamento e condenação) e, ao mesmo tempo, os benefícios que Jesus Cristo, o homem perfeito alcançou para aqueles que nEle confiam (justificação e vida – Rm 5.12-19). A conclusão dele foi que, ainda que o pecado de Adão promoveu a desfiguração da humanidade e sua condenação diante de Deus, a graça concedida por Deus por meio de Jesus Cristo, foi muito maior e superou o pecado, proporcionando a vida eterna (5.20-21).

No presente capítulo, Paulo lida com um dilema que surgiria decorrente de sua afirmação em Romanos 5. Se o pecado proporcionou a demonstração da imensa graça de Deus, será que nós não deveríamos pecar ainda mais, para que Deus mostrasse quão ainda maior é a sua graça? A resposta taxativa do apóstolo é “De modo nenhum!” ou “Nem pensem nisso!” (6.1). Pois, nossa união com Cristo implica em morte para o pecado, isto é, no fim de seu domínio sobre nós.

Então, seria incoerente vivermos uma vida que não é mais realidade para nós diante daquilo que Cristo alcançou na cruz (6.2). Ele nos libertou do pecado, portanto, continuar no pecado é rejeitar sua obra salvadora na cruz. É como se uma borboleta que, após passar por uma metamorfose radical de lagarta para borboleta, continuasse rastejando pelo chão e pelos troncos de árvores, no lugar de voar como uma borboleta e alegrar o ambiente, conforme sua nova identidade.

A figura que Paulo usará da união do cristão com Cristo será o batismo pelo qual os cristãos de Roma passaram. Aqui, cabe uma observação. Ao longo do livro de Romanos, o argumento do apóstolo é que nós somos salvos de nossos pecados, não por algo que fizemos, mas pelo sacrifício de Jesus por nós na cruz. É nossa confiança nesse ato de Deus em Jesus que nos dá salvação:

“... pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça ... para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus ... Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.”. (Rm 3.23-26, 28).

“Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça ... mas também por nossa causa, posto que a nós igualmente nos será imputado, a saber, a nós que cremos naquele que ressuscitou dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação. Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 4.22, 24 – 5.1).

O batismo, assim, proclama a justificação diante de Deus daqueles que, pela fé, se uniram a Cristo em sua morte e experimentaram tanto a libertação da culpa quanto do poder do pecado (6.3). A união é tão forte que se descreve com uma cena comum do século I. Eram bem conhecidas naquela época, as sepulturas duplas, em que marido e esposa, bem como pais e filhos eram depositados numa sepultura conjunta. Da mesma forma, o batismo representa o sepultamento do crente com Cristo, a evidência de que o pecado já não tem mais direito de domínio sobre os crentes (6.4; cf. Cl 2.12). Não se pode reivindicar nada de um morto, nenhuma exigência mais pode ser feita.

Nossa identificação com Cristo em sua morte, inclui uma identificação com sua crucificação. O “velho homem”, no verso 6, deve ser uma referência à antiga condição, antes de Cristo, quando estávamos debaixo da condenação do pecado trazida por Adão (5.12-19). Mas agora, fomos justificados diante de Deus com a crucificação desta antiga condição e nosso corpo, antes instrumento de domínio do pecado, agora foi liberto de sua antiga escravidão (6.6). “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.19-20).

A conclusão de Paulo é que nossa condição de morte e separação da antiga vida demonstra nossa justificação do pecado (6.7).

O BATISMO É A SINALIZAÇÃO DE UMA NOVA VIDA COM CRISTO

Nossa união com Cristo não implica apenas em morte, mas, também, em uma nova vida, alcançada por sua ressurreição (6.5). Esse acontecimento sobrenatural foi realizado pelo próprio Deus mediante sua glória, isto é, seu grande poder (v. 4; cf. Ef 1.19-20; Cl 2.12), algo impossível de ser realizado pelas forças humanas, foi efetuado por Deus como demonstração de que a obra de Jesus é capaz de nos perdoar e justificar diante dEle (Rm 4.24-25).

A ressurreição de Jesus faz dos salvos novas criaturas (2 Co 5.17) e lhes proporciona um novo estilo de vida, não mais voltado para os seus desejos egoístas, mas para uma vida que agrada a Deus (cf. Rm 6.10-11; cf. Ef 2.4-6, 10). A nossa salvação, portanto, não é apenas um passaporte que nos garante a entrada no céu. A nossa justificação diante de Deus pela fé traz junto consigo uma relação nova com Deus e um caráter transformado à imagem dEle (Cl 3.10). Conseqüentemente, há uma busca por crescer, a cada dia, no caráter e qualidades de Cristo, que são concedidos a nós, pelo Espírito de Deus (Gl 5.22-23).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

DEUS CONOSCO
Marcos 1.9-13

INTRODUÇÃO

Possivelmente, eles já tenham batido na porta de sua casa. Falando a respeito do reino de Deus e dos 144.000 que entrarão neste reino. De quem estou falando? Dos testemunhas de Jeová.

Lembro-me quando ia de ônibus para o colégio, em Atibaia, e tinha o hábito de levar aquela pequenina Bíblia dos Gideões para ir lendo no caminho. Certa vez, uma senhora me abordou e começou a questionar a minha fé e o que estava escrito na minha Bíblia. Descobri que ela era testemunha de Jeová e tivemos algumas discussões, desde então. Cito os testemunhas de Jeová, porque a doutrina que caracteriza a sua heresia se relaciona com a Pessoa de Cristo. Eles não crêem que Jesus possui a mesma natureza que Deus Pai. Para eles Jesus é um deus, mas não o Deus. Jesus é a maior e a primeira criatura, mas não co-existe eternamente com Deus.

No século IV, essa heresia quase se tornou a teologia oficial da Igreja. Mas, pela graciosa e soberana intervenção divina, isso não chegou a acontecer, ainda que por um bom tempo fez parte da fé popular. A crença de que Jesus era tão divino quanto o Pai, foi, definitivamente, aceito como teologia oficial no Concílio de Constantinopla, em 381 A.D.. Gregório de Nissa, um bispo que fora muito importante para essa decisão, escreveu que em Constantinopla, nessa época, quando você andava pela rua e pedia um trocado, alguém iria filosofar sobre se o Filho de Deus era gerado ou não-gerado. Se perguntasse o preço do pão, responderiam: "O Pai é maior e o Filho é inferior". Se perguntasse se o banho estava pronto, falavam: "O Filho foi criado do nada".

Isso mostra para nós como essa discussão era popular na época, e como a maioria do povo entendia Jesus nos moldes daquilo que é ensinado pelos TJs, hoje. Daí, então, a importância de olharmos para as Escrituras e, a partir delas, compreender corretamente a Pessoa de Jesus. Cremos que Jesus era e é plenamente Deus e plenamente homem. E o texto de hoje, mostrará esses dois lados do mistério de nossa fé. Onde o Deus infinito se identifica conosco, meros pecadores.

Quando começamos a estudar o Evangelho de Marcos, encontramos João Batista na tarefa de preparação do coração do povo para receber o Salvador. Agora o tão esperado "Mais Poderoso do que eu" (1.7) aparece. De maneira diferente, talvez, como o público esperava.

A AUTENTICAÇÃO DO MINISTÉRIO DE JESUS – vv. 9-11

Marcos pinta um quadro de simplicidade no verso 9. O retrato da grandeza do que estava por vir é substituído por um outro que parece ser o contrário. Primeiramente, O Filho de Deus é identificado apenas como Jesus. Havia vários "Jesuses" na época, fazendo com que esse indivíduo não transmitisse nada de singular, a princípio. Além disso, o local de onde vem, Nazaré, é completamente desconhecido. Nenhuma fonte judaica sequer menciona tal local, nem o Antigo Testamento, nem Flávio Josefo (grande historiador judeu) e nem o Talmude (livro que contém a tradição oral judaica).

Além de tudo isso, esse Jesus é batizado por João. De início, tal sujeito poderia ser qualquer pessoa, menos quem João anunciava. Pois aquele que viria é que batizaria, não o contrário. A palavra "logo" é uma palavra bem peculiar a Marcos e queria chamar a atenção de seus leitores para o que sucederia.

Então, o tal Jesus sai da água, os céus se rasgam (note a intensidade da descrição do evangelista) e o Espírito desce semelhante a uma pomba sobre ele. Certamente, o Espírito tem a ver com o Espírito Santo referido no verso 8. A presença do Espírito de Deus marcaria a vida daquele que seria o Servo do Senhor em Isaías 42.1 e o Salvador prometido em Isaías 61.1.

Uma voz que provém dos céus é ouvida. No Antigo Testamento, "céus" é uma referência à morada de Deus e o local de onde Ele parte para julgar e salvar (1 Rs 8.30; Sl 18.9, 16-19; 144.5-8; Is 64.1). Ou seja, o próprio Deus passa a falar. E quando Deus declara a identidade de Jesus, fica claro que não era mais um homem comum, mas o próprio Filho de Deus e o Servo do Senhor, que seria o mediador da Nova aliança dada por Deus. A razão para se pensar assim é que as duas orações declaradas por Deus indicam alusões a textos do Antigo Testamento. "Tu és o meu Filho" é uma frase que se encontra no Salmo 2.7, um Salmo Messiânico que anunciava o reino futuro do rei de Israel que estenderia seu governo sobre todas as nações da Terra. Então, a princípio, Jesus pode ser identificado como o Salvador esperado pela nação judaica. Mas, além disso, o termo "Filho de Deus" é desenvolvido de tal forma no evangelho que indica, também, o fato de que Jesus é semelhante ao Pai em natureza e em poder.

A segunda oração "em ti me comprazo" alude a Isaías 42.1, passagem que fala a respeito do Servo do Senhor, que traria justiça e curaria a cegueira espiritual dos homens. A descrição da presença o Espírito Santo sobre Jesus confirma que este texto estava tanto na mente de Deus quanto na de Marcos. Pois, sobre o Servo do Senhor, Deus coloca o Seu Espírito (cf. Is 42.1).

O princípio deste texto de Marcos, portanto, é que o poderoso Filho de Deus, maior que João, veio de forma humilde, se identificando com os homens e seu pecado. O Senhor Jesus não necessitava do batismo de João, pois não tinha pecado algum. Mas deixou-se batizar por ele, a fim de que se identificasse com os homens pecadores e assumisse assim, o lugar deles na cruz.

Esta identificação de Cristo conosco, em nossa humanidade, era bem entendido pelos teólogos dos cinco primeiros séculos como divinização. Cristo se tornou participante de nossa humanidade, a fim de que pudéssemos ser participantes de sua divindade (cf. 1 Pe 1.4, 5). Ou seja, só podemos participar da santidade e amor de Deus porque Cristo reverteu o processo de queda dos homens. Ele se fez pecado por nós, a fim de que pudéssemos ser feitos justiça de Deus (2 Co 5.20-21). Nos revestimos do novo homem que se refaz conforme a imagem daquEle que nos criou (Cl 3.10). Essa é a "maravilhosa troca"! Esse texto é por demais relevante para nós e podemos aplicá-lo de diversas formas:

Sermos gratos ao Senhor Jesus pelo Seu imenso amor em se humilhar em se identificar com nossa pecaminosidade, para que pudéssemos ter um relacionamento com Deus.

Desenvolvermos uma atitude de humildade no tratamento com o nosso semelhante. Se o próprio Filho de Deus se humilhou a tal ponto, quem sou eu para me vangloriar.

Seja uma pessoa que exige menos e serve mais (no trabalho, Faculdade, casa, relacionamento com a sociedade).

Reconheça a graça de Deus quando receber algum elogio (1 Co 15.10).

Aprenda a perceber as virtudes e acertos de outros irmãos (Fp 2.1-4).

Seja humilde em receber as críticas e confrontações de um irmão e avaliá-las com calma à luz da Palavra de Deus.

Compartilhe com os perdidos as boas notícias de que Deus entrou na história e se identificou com sua fraqueza, a fim de salvá-los e conduzí-los a um relacionamento real com Deus e livre do poder do pecado.

A IDENTIFICAÇÃO DE JESUS CONOSCO NA TENTAÇÃO – 12-13

Após receber o reconhecimento do Pai de que era aquEle que viria para restaurar a espiritualidade dos homens, Jesus vai para um deserto completamente solitário. Sua ida para lá foi motivada pelo Espírito de Deus que o acompanhará durante todo o ministério, mesmo que não seja mais mencionado diretamente por Marcos. Algo importante há de acontecer aqui, pois o famoso "logo" de Marcos reaparece. Há um encontro no texto. Não mais com o Pai, mas com Seu inimigo, Satanás.

Esse encontro dura 40 dias e nele é tentado por Satanás. O autor não nos conta o resultado da batalha. Talvez, isso confirme a autoria de Marcos como posterior a Mateus e Lucas, pois como já havia dois relatos deste evento falando da vitória de Jesus, não havia a necessidade de garantir tal fato a seus leitores. Para Marcos, Jesus já havia vencido o valente (3.27) e seu ministério era o saque de pessoas que estavam sob o antigo domínio.

Se Marcos não se preocupa em detalhar o processo, ele pinta o fundo do quadro que acompanhou o processo de tentação. A menção aos animais selvagens, não é mero detalhe artístico. Certamente, possuía uma verdade teológica por trás. Isaías fala sobre o reino futuro de Deus na terra como sendo um momento em que haverá a restauração da harmonia entre a natureza, também. Em que um bebê poderá brincar com uma serpente (Is 11.6-9). O texto de Gênesis 3 deixa claro que a queda provocou um conflito entre o homem e a natureza (Gn 3.17-18), a qual deveria ser administrada por Adão e seus filhos (cf. Gn 1.26-27). Paulo fala de um futuro em que seremos salvos do poder e efeito do pecado e a natureza desfrutará de libertação do sofrimento (Rm 8.18-23).

Jesus está revertendo o processo do erro de Adão. Enquanto Adão vivia em harmonia com os animais até ser tentado, pecar e perder o domínio perfeito que possuía, Jesus também é tentado, mas, diferentemente de Adão, não sucumbe às propostas de Satanás e introduz a harmonia do homem com a criação que será completamente restaurada no futuro.

O livro de Hebreus aplica a tentação de Jesus ao fato de que isto nos garante uma aproximação de Deus, a fim de recebermos sua misericórdia e graça para não pecarmos. Quando fala de fraqueza, o autor de Hebreus se refere às tentações como questões com as quais precisamos lidar por sermos homens que vivem após a queda. Mas o Senhor Jesus, também, foi tentado e se compadece de nós quando travamos lutas e provê o escape nos garantindo graça e misericórdia de Deus para vencermos as tentações (Hb 4.14-16). Não estamos sozinhos nisto, mas podemos contar com a presença e auxílio do Salvador.

Podemos viver a verdade de Marcos 1.12-13 da seguinte forma:

Contar com o auxílio do Espírito Santo diante de nossas tentações, assim como Jesus contou. Se O deixarmos guiar nossas vidas em situações de prova, certamente, obteremos vitória sobre o pecado, assim como o nosso Salvador (Rm 8.1-13; Gl 5.16-18, 24-25).

Não encarar a tentação como pecado em si, mas uma oportunidade de crescer em minha vida de santidade e me tornar um crente maduro, optando por obedecer a Deus no lugar de ceder ao meu desejo carnal (Tg 1.2-4, 13-15; cf Jo 17.15-17).

Não dê desculpa para o seu pecado quando cair. É claro que existe perdão, mas, não existe tentação acima daquilo que você pode enfrentar e Deus sempre nos concede o que é necessário para vencermos a tentação (1 Co 10.13; 2 Pe 1.4).

Fortaleça-se na Palavra de Deus como recurso dado por Ele para que você vença à tentação (Jo 17.15-17). Além disso, busque a ajuda de Deus em oração, como Hebreus 4 ensina.

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